quarta-feira, 3 de março de 2010

Poema para Sebastião da Gama, por Alexandrina Pereira

Nasceu em cada verso
(ainda bem que nasceu!)
cada Poema
é um hálito de rosas...

Hora de paz bendita
enquanto a Serra e o Céu
matizam a paisagem
de uma beleza infinita.

E quando o Poeta escreveu:
“Quando nasci, não houve nada de novo
senão eu.”
Foi extrema a sua humildade
Tão humilde que nem se apercebeu
que no dia em que nasceu
uniram-se a Terra e o Céu
num abraço de bondade.

Alexandrina Pereira
[Poema recuperado de um comentário deixado a um postal aqui publicado recentemente.]

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