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Homenagem a Matilde Rosa Araújo

Foi no dia de ontem, na rua Rodrigo da Fonseca, em Lisboa, na casa onde morou esta amiga de Sebastião da Gama e nossa associada. Um justo assinalar de que ali viveu a "fada madrinha" (como lhe chamou António Torrado) de muitos autores de literatura dedicada à infância e à juventude. Uma lápide para a memória. Em iniciativa da Biblioteca Arquitecto Cosmelli Sant'Anna (da Junta de Freguesia de São Mamede). Aqui fica o cartaz. - JRR

Quando Sebastião da Gama escreveu na imprensa…

Sebastião da Gama tinha 16 anos quando viu o seu primeiro texto publicado num jornal: o poema “Portugal Independente”, conotado com o momento histórico que se vivia – as Comemorações Centenárias –, saído no jornal montijense Gazeta do Sul em 8 de Dezembro de 1940. Neste periódico colaborou durante três anos, com poemas, assinados pelo único pseudónimo que usou publicamente – Zé d’Anicha, em homenagem a um recanto da sua Arrábida. A sua vontade de publicar era grande e insistente, assim se percebendo as missivas que, na rubrica “Correio Geral”, o jornal enviava para o jovem Sebastião da Gama, da Arrábida, respondendo-lhe que os seus poemas seriam publicados logo que chegasse a respectiva altura, seguindo a ordem de recepção dos textos dos colaboradores no jornal. A sua participação teve efeitos sobre os leitores, porquanto vários poemas foram publicados neste jornal, tendo como destinatário o Zé d’Anicha, assinados por pseudónimos como “Elvense que adora música”, “JC um barreirense” e “…