Ontem, levei Sebastião da Gama até ao Montijo, a alunos da Escola Secundária Jorge Peixinho. O convite fora formulado pela Fátima Nazário, amiga e professora naquela escola; a ida serviu ainda o propósito de reencontrar amigos que já não via há anos, como foram os casos do José Evangelista, Director da escola, e do Flamino Viola, que iniciou a gestão da Escola Básica de 2º e 3º Ciclos de Pegões. Mas fui, então, apresentar “Sebastião da Gama – Meu caminho é por mim fora” a alunos do 7º e 9º anos e a alguns alunos de um CEF, comunicação integrada na Semana das Línguas que está a decorrer na escola. Foi sobretudo um caminhar pela obra do poeta da Arrábida e também pela sua vida, tanto mais que há ligações do seu percurso com o Montijo – o pai, Sebastião Leal da Gama Júnior, ali nasceu no longínquo 1893 e alguma da participação jornalística de Sebastião da Gama passou por dois importantes periódicos montijenses – o Gazeta do Sul (entre 1940 e 1943) e A Província (em 1949). Esta ligação ser…
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