Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta António Canteiro

Entrega do Prémio de Poesia Sebastião da Gama (V) - Mensagem de António Canteiro

Intervenção de António Canteiro, o poeta premiado, na sessão de entrega do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama
Principio a minha intervenção com um poema de SEBASTIÃO DA GAMA- PASMO: “Nessas noites mornas de calmaria, em que o Mar se não mexe e o arvoredo não murmura, pedindo o Sol mais cedo, que o resguarde da fria ventania; em que a lua boceja, se embacia, e as palavras estagnam, no ar quedo, noites pobres – até chego a ter medo de me volver também Monotonia. E então sinto vontade de atirar, meu corpo bruto e nu contra o espanto da Noite, a ver se o quebro e vibro, enfim; cair no lago morto e acordar os cisnes que adormecem de quebranto… Mas só caio, afinal, dentro de mim”. (in Serra-Mãe, primeiro livro do autor). Fiquei pasmo e caí depois dentro de mim, naquele sábado à noite, quando estava em casa, em família, e o telefone tocou a anunciar que o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama vinha de tão longe, aqui do sul do tejo, para a Gândara de Carlos de Oliveira, onde viv…

Entrega do Prémio de Poesia Sebastião da Gama (IV) - opinião do Júri

A apreciação da obra premiada, O silêncio solar das manhãs, na sessão de entrega do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama 2013, esteve a cargo de José-António Chocolate, que falou em nome do júri, discurso que aqui se reproduz.
Discípulo dileto do poeta e escritor José Luís Peixoto, o poeta António Canteiro não só se serve dum excerto do seu livro A criança em ruínas, para citação e enquadramento do seu trabalho (“o silêncio solar das manhãs”) como procura alicerçar – e porque não, até estruturar – nessa frase, que se torna um verso bonito, toda a evolução do texto que nos apresenta. Afinal um texto feito de tantos outros encadeados e em harmonia, que exaltam profusamente a natureza – “sabes de cor, as correntes frias do mar, o troar do vento e da tempestade. sabes de cor, a zina quente da tarde e o calor das noites de luar, no teu corpo aveludado”; “giesta, amarela-verde-flor. se a brisa quiser, dobra-te na beira da estrada”. E assim António Canteiro nos fala dos ribeiros, dos ri…

Entrega do Prémio de Poesia Sebastião da Gama (II) - momentos

António Canteiro em visita ao Museu Sebastião da Gama com Vanda Rocha
João Reis Ribeiro (ACSG), Celestina Neves (Junta de Freguesia de S. Lourenço) e António Canteiro, antes da sessão

António Canteiro e Arlindo Mota (elemento do Júri e criador do Prémio) 




Mesa que presidiu à sessão: José Carpelho (Junta de Freguesia de S. Simão), José-António Chocolate (membro do Júri), Manuel Pisco (Câmara Muicipal de Setúbal), Luís Gonzaga Machado (Presidente da Assembleia-Geral da ACSG), João Reis Ribeiro (ACSG), António Canteiro (o premiado), Celestina Neves (Junta de Freguesia de S. Lourenço) e Manuel Queirós (Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonese) 
Luís Gonzaga Machado entrega o prémio a António Canteiro
Público
José Carpelho (Junta de Freguesia de S. Simão) e António Canteiro

Entrega do Prémio de Poesia Sebastião da Gama (I)

Na noite de 27 de Abril, a Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense foi o palco para a entrega do galardão da 14ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama. Contemplada foi a obra O silêncio solar das manhãs, de António Canteiro, de Cantanhede, que esteve em Azeitão para receber o prémio. A sessão contou com numerosa assistência. Na mesa, presidida por Luís Gonzaga Machado, presidente da Assembleia-Geral da Associação Cultural Sebastião da Gama, estiveram, além do premiado, José Carpelho e Celestina Neves (presidentes das Juntas de Freguesia de S. Simão e de S. Lourenço, de Azeitão, respectivamente, patrocinadoras do certame), Manuel Pisco (vereador da Câmara Municipal de Setúbal), José-António Chocolate (poeta, em representação do júri desta edição do Prémio), João Reis Ribeiro (presidente da Associação Cultural Sebastião da Gama) e Manuel Queirós (presidente da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense). A sessão contou ainda com a participação do grupo de teatro da SFP…

Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama - Cerimónia de entrega e de apresentação da obra vencedora

A cerimónia de entrega da 14ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, que decorrerá em 27 de Abril, pelas 21h30, na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, em Azeitão, integrará a apresentação da obra vencedora, O silêncio solar das manhãs, de António Canteiro, editado pela Associação Cultural Sebastião da Gama, em parceria com as Juntas de Freguesia de S. Lourenço e de S. Simão (Azeitão). Serve de convite.

Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama 2013 já tem vencedor: António Canteiro

António Canteiro é o vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama com a obra O silêncio solar das manhãs. Assinado pelo pseudónimo “Rosa Cravo”, este livro foi considerado pelo júri, em reunião havida ontem, como o merecedor do prémio, num conjunto de cerca de seis dezenas de trabalhos apresentados a concurso, em virtude da sua força de imagens, do domínio metafórico e da experiência de oficina que demonstra. O prémio será entregue em cerimónia pública a decorrer em Azeitão, na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, em 27 de Abril, altura em que será apresentada a primeira edição da obra. António Canteiro é o pseudónimo de João Carlos Costa da Cruz (n. 1964), de Cantanhede, técnico superior de reinserção social, que já obteve diversos galardões literários e é autor de O Largo da Capella (2012) e de Ao redor dos muros (2010), tendo este último sido o vencedor do Prémio Alves Redol de 2009.
Recorde-se que o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama foi certam…