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Sebastião da Gama - 7 de Fevereiro, 59 anos depois, com testemunhos de Matilde Rosa Araújo

Faz hoje 59 anos que faleceu Sebastião da Gama, quando contava 27 anos. Poucas semanas depois, no início de Abril, mês em que se celebraria o aniversário do poeta, Matilde Rosa Araújo, em texto não assinado, escrevia uma nota evocativa no jornal monçanense A Terra Minhota (01.Abr.1952, pg. 3), aí deixando o seguinte testemunho: “Devem chorar as fontes, as urzes, o mar, o folhado doce da doce Arrábida. Nós sabemos que choram como lhes sabemos a cor e o perfume. Morreu já lá vai um mês e mais – foi no dia 7 do mês de Fevereiro e ainda nos parece que não – que Ele não está connosco… Parece-nos que Ele há-de vir de boina ao lado, um cravo vermelhinho na mão, cheio de alegria, de braços abertos para nós. Pode lá morrer alguma vez o Sebastião! O Sebastião que a todos se dava numa dádiva imensa e luminosa.” Ainda no mesmo mês, no Jornal de Sintra (nº 952, 13.Abr.1952), Matilde Rosa Araújo, eterna amiga do poeta da Arrábida, assinaria um outro texto de memória a sobrelevar a amizade e o fascín…

Sebastião da Gama em Poço de Caldas

A nossa associada Alexandrina Pereira esteve recentemente no Brasil, na Academia de Letras de Poço de Caldas. Na bagagem, levou para oferta obras de Sebastião da Gama e também a medalha evocativa do monumento ao poeta, cunhada em 2007. São dois momentos da oferta de lembranças da Asscociação Cultural Sebastião da Gama, feita numa sessão na Academia de Letras em Poço de Caldas, presidida por Marcus Vinicus de Moraes (também nosso associado) que as fotografias nos mostram, ambas por gentileza de Alexandrina Pereira.