sábado, 30 de abril de 2011

Poesia de Sebastião da Gama em concerto pelos "e-Vox"

Sete foram os poemas de Sebastião da Gama que o grupo e-Vox apresentou em concerto na noite de ontem no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, musicados por Salvador Peres, cantados por Diná Peres e acompanhados a flauta por Luís Alegria e a viola por Alexandre Murtinheira e Salvador Peres. Pelo meio, houve ainda espaço para poemas de Sebastião da Gama ditos por Carlos Medeiros, Elisabete Caramelo e João Completo e também para a pintura de uma aguarela alusiva a Sebastião da Gama por Nuno David.
Musicados para este concerto foram os poemas “Quem me quiser amar”, “Nupcial”, “Cantiga de Amor”, “Anunciação”, “Rosas”, “Soneto do Tempo Perdido” e “O Sonho”, oriundos das obras Serra Mãe (primeiro, quinto e sexto) e Pelo Sonho É que Vamos (os restantes).
O grupo e-Vox existe desde 2002 e tem apresentado concertos em que são cantados poetas de língua portuguesa. A interpretação agora apresentada de Sebastião da Gama foi marcada pela harmonia, uma característica que domina a poesia do poeta da Arrábida.
O evento teve a produção conjunta do grupo Synapsis e do próprio Museu. – JRR

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Música para Sebastião da Gama em Setúbal, a não perder

Sebastião da Gama no "Fado Maior"

Sebastião da Gama e outros poetas portugueses bem conhecidos, como David Mourão-Ferreira, Florbela Espanca, Natália Correia ou António Gedeão, vão ser autores cantados no espectáculo “Fado Maior”, de homenagem ao fado, em 20 de Maio, actividade que integra o programa “Allgarve 2011” e tem organização da Câmara Municipal de Lagoa.
Um dos nomes associados à realização deste espectáculo é Afonso Dias, que já gravou poesia de Sebastião da Gama em cd em 2007.
Mais pormenores podem ser lidos aqui.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A homenagem a Sebastião da Gama a partir do Sado aconteceu ontem - momentos

O calor de ontem apanhou no Sado um grupo que, a bordo do “Riquitum”, partilhou uma homenagem ao “Poeta da Arrábida”. Apesar da temperatura, o vento nem sempre ajudou, mas a iniciativa, da autoria de João Barbas, gerente da empresa Troiacruze, com o apoio da Associação Cultural Sebastião da Gama, valeu e pode vir a ganhar novos fôlegos.
Houve momentos de contemplação, tempos para fotografia, fragmentos de explicações e também a palavra de Sebastião da Gama. Tudo nesta viagem até ao meridiano do Convento, sítio da serra que o poeta azeitonense privilegiou.
Aqui fica o registo de alguns momentos… em fotos que o nosso associado António Quaresma Rosa dispensou. – JRR

Momentos da viagem - João Barbas, ao centro

Momentos da viagem - as explicações de Nuno David sobre a Arrábida

Momentos da viagem - espectadores atentos - Portugal da Silveira, homem da rádio sadina, em primeiro plano

Momentos da viagem - contemplação e saberes

Momentos da viagem - Nuno David fala da Arrábida, segurando o Serra-Mãe, de Sebastião da Gama

domingo, 17 de abril de 2011

Dos associados (21) - Luís Gonzaga Machado recorda o Outão

O jornal Sem Mais (que é distribuído com o Expresso na região de Setúbal) incluiu na sua última edição a revista "Comunicar & Melhorar" dedicada ao Centro Hospitalar de Setúbal, aí dando destaque ao 110º aniversário do Hospital Ortopédico do Outão.
A propósito desta data, a página 48 da publicação traz notas de entrevista com Luís Gonzaga Machado, médico, 87 anos, nosso associado desde o primeiro momento e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Cultural Sebastião da Gama, personalidade que trabalhou naquela instituição hospitalar durante mais de três décadas.
É um texto de evocação e de reconhecimento, que aqui se reproduz. Nas fotografias, pode ainda ver-se Joana Luísa da Gama (nas duas fotos da linha inferior, estando à direita de Gonzaga Machado na primeira dessas fotos e no extremo direito da primeira fila, na segunda gravura).

sábado, 16 de abril de 2011

Diário de Sebastião da Gama no "Ler + Ler Melhor"


O programa "Ler + Ler Melhor" de 5 de Abril, na RTP-N, foi dedicado à nova edição do Diário de Sebastião da Gama. Conduzido pela jornalista Teresa Sampaio, o coordenador da edição, João Reis Ribeiro, foi entrevistado no Museu Sebastião da Gama, em Azeitão.
A nova edição do Diário, pela primeira vez completo e anotado, tinha já sido objecto de reportagem televisiva, assinada pela jornalista Filipa Leal, no programa "Diário Câmara Clara", na RTP 2, em 1 de Março, podendo ser visto aqui.

A ACSG em entrevista ao "Jornal de Azeitão"

Jornal de Azeitão: nº 175, Abril.2011, pp. 6-7

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Homenagear Sebastião da Gama a partir do Sado, olhando a serra

Mais uma original homenagem ao Poeta da Arrábida, marcada já para domingo, 17 de Abril, sugerida por João Barbas, director geral da Troiacruze, em que se aliam a serra, o rio, o mar, o convívio, a poesia. A seguir se indicam as características e as condições desta actividade, que pode ser usufruída pelos nossos associados em condições vantajosas.
Caros Amigos da Associação Cultural Sebastião da Gama,
No próximo Domingo, dia 17 de Abril de 2011, vamos fazer o primeiro cruzeiro de homenagem ao Poeta da Arrábida. Este é o plano do cruzeiro à Arrábida, mais precisamente ao Meridiano do Convento. Para os sócios da ACSG e convidados institucionais haverá um desconto adicional de 50% sobre o preço indicado de 30€, ou seja, será de 15€/participante, incluindo o buffet, a fim de cobrir parte dos custos da iniciativa. Segue abaixo a rota, programa, ementa do buffet, detalhes da maneira prática de se inscreverem e reservarem. No programa destaca-se cerca das 11h00, em pleno Meridiano do Convento, a declamação de versos do poeta.
Descrição do Cruzeiro
Animação a Bordo
A animação para os interessados num cruzeiro activo poderá nos segmentos seguintes:
• Participação nas manobras do veleiro
• Noções básicas de navegação à vela
• Noções básicas de navegação costeira
Relembro que se trata de uma embarcação tradicional como se pode ver na foto. O cruzeiro é do tipo desporto aventura, por isso se sugerindo o uso de sapatos de sola de borracha, tipo vela, calça de ganga ou equivalente, wind-breaker, chapéu e camisola de lã preventiva.
Como diz o velho ditado português: “Quem vai para o mar avia-se em terra”...
Neste cruzeiro vamos seguir a Rota mais usada pela comunidade de Golfinhos residente no Estuário do Sado. A probabilidade de os encontramos é elevada embora não esquecendo que são animais em liberdade.
Rota da Arrábida. Meridiano do Convento
Largada da Doca das Fontainhas com rumo SW em direcção à Ponta do Adoxe. Sensivelmente a meio rio pode observar os seguintes Pontos Conspícuos:
1. Castelo de Palmela (Ponto Cardeal N) (Séc. VIII)
2. Castelo de S. Filipe (NW) (Séc. XVI)
3. Forte Albarquel (ONW) (Séc. XVI)
4. Ponta do Adoxe (SW)
5. Baixo do Campanário (E)
6. Ruínas Romanas de Tróia (Séc. I a IV)
Deixando a Bombordo à bóia nº2 do Canal Sul da Lisnave ficamos com a Península de Tróia a Bombordo e fixamos a nossa proa na direcção da Barra Natural do Sado. Durante esta perna da nossa Rota, a Estibordo podemos observar:
7. Palácio da Comenda (NNW) (Séc. XX)
8. Fortaleza do Outão (WNW) (Séc. XIII)
9. Praia da Figueirinha, Praia de Galapos, Portinho da Arrábida (N)
10. Convento da Arrábida (N) (Séc. XVI). Meridiano do Convento.
Ao avistar a «Serra Mãe» de Sebastião da Gama, atingimos o momento de maior êxtase do nosso cruzeiro. A paisagem que os Monges Franciscanos partilharam ao longo dos séculos é de facto deslumbrante e convida ao recolhimento.
11. Forte da Arrábida (N) (Séc. XVII)
Rumo sul com a Costa da Galé a Bombordo
12. Regresso a Setúbal pela antiga Rota do Sal bordejando e dando EB à península de Tróia e se possível à vela
13. Desembarque na Doca das Fontainhas.
Programa
1. 10h30 Soltar amarra. Doca das Fontainhas
2. 10h45 Içar das velas (pode participar na aparelhagem e governo da embarcação)
3. 11h00 Meridiano do Convento. Declamação de Poemas de Sebastião da Gama por uma actor convidado, a confirmar.
4. 12h00 Aperitivo.
5. 13h00 Buffet
6. 14h30 Navegação livre ou Fundear em local abrigado
7. 16h00 Desembarque em Setúbal. Doca das Fontainhas
Buffet
1. Pão caseiro de Forno de Lenha da Quinta do Anjo
2. Tábua de queijo e requeijão da Quinta do Anjo
3. Doce Regional de Abóbora e nozes
4. Sardinhas da Costa Azul e febras grelhadas
Saladas: Verde e Algarvia.
5. Fruta da Época
6. Café.
7. Bebidas: vinho tinto e branco da região (Casa Ermelinda)
Coca-Cola, sumo de laranja e água mineral
Preço
30€/pax (Iva incluído).
Crianças <4 Anos 0€ // >4<12 Anos 50%
Condições de pagamento:
Marcação Provisória: por contacto telefónico (962405933) ou e-mail (jbarbas@troiacruze.com)
Marcação Firme: com o pagamento de 100% até às 12h do dia 16 de Abril de 2011 (sábado).

No caso de cancelamento por motivos operacionais ou meteorológicos, com as nossas desculpas devolvemos o depósito e/ou o pagamento a 100%. Ainda renovando as nossas desculpas não poderemos dar qualquer outro tipo de indemnização a não ser a nossa inteira disponibilidade para agendar o cruzeiro para outra data.
Para esclarecimentos adicionais imediatos PF use 962405933
Saudações Náuticas e até breve a bordo
João Barbas (Director Geral - Troiacruze – Navegação Costeira de Cruzeiro Lda.)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fernando J. B. Martinho: "Talvez não haja nenhum poeta português com tantas homenagens como Sebastião da Gama"

A tarde do dia 9 trouxe ao Museu Sebastião da Gama, em Azeitão, o professor Fernando J. B. Martinho, da Universidade de Lisboa, no âmbito da celebração do 87º aniversário do poeta azeitonense, que falou sobre a obra de Sebastião da Gama e sobre o movimento de revistas literárias que marcou todo o século XX português, percurso em que entrou também o Poeta da Arrábida.
Começando por afirmar que, para fazer a história da poesia portuguesa do século XX, bastaria consultar as revistas literárias de poesia publicadas em Portugal no período compreendido entre 1920 e 1960, Fernando J. B. Martinho recordou títulos como Orpheu, Presença, Cadernos de Poesia, Távola Redonda e Árvore, para chegar à obra de Sebastião da Gama, autor que colaborou nas duas últimas e a quem as mesmas revistas prestaram homenagem, respectivamente, nos números 16-17 e 2.
“Talvez não haja nenhum poeta português com tantas homenagens como Sebastião da Gama”, afirmou Fernando J. B. Martinho, actos que justificou com alguns textos de elevada qualidade, com a questão afectiva e com o pendor artístico.
Sebastião da Gama teve a escreverem sobre a sua obra nomes da mais altíssima qualidade, como: António Ramos Rosa, que lhe dedicou um dos seus mais belos poemas publicado no segundo número da Árvore; David Mourão-Ferreira, não apenas o amigo a quem Sebastião da Gama muitos caminhos do conhecimento poético abriu mas também o crítico fino e sensível; Luís Filipe Lindley Cintra, que escreveu “dos textos mais luminosos sobre Sebastião da Gama”; Matilde Rosa Araújo, Maria de Lurdes Belchior e Ruy Belo.
Um dos desafios deixados por Fernando J. B. Martinho relacionou-se com o “amadurecimento” de Sebastião da Gama enquanto poeta, para dizer que “um poeta chega à maturidade quando sente que é ele próprio, quando encontra o timbre da sua voz”, comentando o orador que alguns desses poemas se encontram já no livro primeiro que Sebastião da Gama publicou, Serra Mãe. Subscrevendo as ideias de Ruy Belo, Fernando J. B. Martinho concordou com o princípio de que “a poesia de Sebastião da Gama se situa na tradição elegíaca portuguesa”, que “canta a vida, um dos aspectos mais impressionantes, sendo católico na celebração da natureza pelo lado do franciscanismo”.
Transportando outros testemunhos, Fernando J. B. Martinho disse que Sebastião da Gama “passou pela vida das pessoas e marcou-as” e não deixou dúvidas quando afirmou: “De Sebastião da Gama não há dificuldade em conhecer uma dúzia de poemas e até de os memorizar… Ora, se isto acontece, é porque alguns dos seus poemas atingiram elevado nível!”
[Foto: mesa que presidiu à sessão da tarde de 9 de Abril - Fernando J. B. Martinho, Vanda Rocha (responsável pelo Museu Sebastião da Gama) e Joana Luísa da Gama (esposa de Sebastião da Gama)]

domingo, 10 de abril de 2011

Está nos jornais de 1951 (Nos 87 anos de Sebastião da Gama)

Passam hoje 87 anos sobre o dia em que Sebastião da Gama nasceu em Vila Nogueira de Azeitão. Para assinalar a data, a Câmara Municipal de Setúbal e a Associação Cultural Sebastião da Gama promoveram uma série de iniciativas, num programa conjunto já aqui divulgado.
Reproduz-se o texto do roteiro que acompanha a exposição patente no Museu Sebastião da Gama, "Está nos jornais de 1951", mostra da colaboração na imprensa que o Poeta da Arrábida teve nesse ano.

Está nos jornais de 1951
Em 1951, já longe ia o início da década de 1940, quando o jovem Sebastião da Gama, então com 16 anos, viu publicado no jornal montijense Gazeta do Sul o seu poema “Portugal Independente”, que inaugurou uma colaboração de três anos, com cerca de duas dezenas de textos publicados naquele periódico.
A partir daí, todos os anos, Sebastião da Gama teve textos publicados nos periódicos, ainda que com irregularidade acentuada. O ano de maior visibilidade nos títulos da imprensa, com textos seus, foi o de 1951, tempo em que esteve em Estremoz a leccionar e ano de realizações pessoais várias – a publicação de Campo Aberto, em Fevereiro; o encontro com José Régio, em Portalegre, no mesmo mês; o casamento, em Maio; a visita a Teixeira de Pascoais, em Amarante, em Setembro.
Foram oito as publicações que tiveram colaboração de Sebastião da Gama nesse 1951: o Jornal do Barreiro, em que se iniciou em 24 de Agosto do ano anterior, com pequenas crónicas por onde passaram temas diversos, aí se destacando a conversa sobre poesia, história da poesia e alguns retratos de Estremoz (em que a cidade surge com o diminutivo aconchegado de “Estremozinho”); o estremocense Brados do Alentejo, com quatro colaborações ao longo de 1951, periódico que teria a oportunidade de publicar pela primeira vez o último texto que Sebastião da Gama escreveu e que ele ainda terá visto – a crónica “Encarcerar a Asa”, redigida em 25 de Janeiro do ano seguinte e publicada na edição do jornal de 3 de Fevereiro, quatro dias antes do falecimento do poeta; o Jornal de Sintra, em que publicou um poema por ano, ao longo de cinco anos, normalmente no início do ano, aquando do número de aniversário do jornal, com excepção da participação de 1951, que ocorreu em Março, com um poema escrito cerca de duas semanas antes; o Jornal da “Favorita”, associado a uma marca comercial, em que teve duas colaborações, em 1950 e em 1951, ambas na página destinada ao público infantil; o Horizonte, de Évora, em cujo terceiro número Sebastião da Gama acompanhou Luís Amaro e Natércia Freire e em que se estreou um jovem poeta de 14 anos, José Carlos Ary dos Santos; o Distrito de Setúbal, que tinha aparecido recentemente, com o Poeta da Arrábida a publicar no seu terceiro número o célebre e conhecido poema “O Sonho”, dedicado à memória de Francisco Bugalho, poeta e pai de outro poeta do círculo de amizade de Sebastião da Gama, Cristovam Pavia; o Linhas de Elvas, que, num número de Março, publicou quatro poemas, provavelmente a pretexto de edição recente de Campo Aberto; a revista Árvore, bastião importante da poesia portuguesa da década de 50, em que se congregaram poetas da mesma geração, alinhados por razões estéticas estritamente poéticas, em que Sebastião da Gama teve uma colaboração no número inaugural e a quem a revista prestou homenagem no seu segundo número.
A relação de Sebastião da Gama com a imprensa foi constante desde 1940, numa participação marcada sobretudo pela publicação de poemas. Aos vários títulos, o Poeta da Arrábida chegou através de relações de amizade (como foram os casos do Jornal do Barreiro ou do Jornal de Sintra) ou por uma sua persistência de publicar o que ia escrevendo ou de se ligar aos locais por onde passou. Nem todos os textos saídos na imprensa de 1951 foram vistos pelo seu autor em livro; vários poemas surgiram apenas na obra póstuma Pelo Sonho é Que Vamos (1953) e os textos em prosa integraram o título também póstumo O Segredo É Amar (1969).
Curioso é assinalar que o primeiro texto que Sebastião da Gama publicou foi na imprensa – Gazeta do Sul, em 8 de Dezembro de 1940 – assim como foi na imprensa que viu publicado o seu último texto (a que já fiz referência). Pela vida de escritor publicado passaram doze anos, o tempo necessário para que o Poeta da Arrábida legasse uma obra a todos os títulos notável, intensa, em que se associaram a poesia, a epistolografia, a diarística, o ensaio, e a crónica. Uma vida fortemente vivida e intensamente (d)escrita…
[J.R.R. - 09.Abril.2011]

Textos de Sebastião da Gama
na imprensa de 1951
  • “Apontamento sobre a poesia social do século XX”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 34, 11.Jan.1951, pp. 3-4.
  • “A companheira”. Brados do Alentejo. Estremoz: nº 1022, 28.Jan.1951, pg. 3.
  • “Toada do ladrão”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 37, 01.Fev.1951, pg. 3.
  • “Janelas de Estremoz”. Brados do Alentejo. Estremoz: nº 1023, 04.Fev.1951, pg. 11.
  • “Carta de Estremoz”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 38, 08.Fev.1951, pp. 1 e 2.
  • “Carta de Estremoz”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 41, 01.Mar.1951, pg. 8.
  • “Entre quem é!”. Brados do Alentejo. Estremoz: nº 1028, 11.Mar.1951, pg. 3.
  • “Carta de Estremoz”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 43, 15.Mar.1951, pg. 8.
  • “Vida / Diário de Bordo / Hora vermelha / A verdade era bela ”. Linhas de Elvas. Elvas: nº 28, 17.Mar.1951, pg. 6.
  • “Maternidade (à Maria Almira e ao António)”. Jornal de Sintra. Sintra: nº 895, 18.Mar.1951, pg. 1.
  • “Nosso é o mar (ao Manuel de Almeida Lima)”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 46, 05.Abr.1951, pg. 3.
  • “Carta de Estremoz”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 47, 12.Abr.1951, pg. 8.
  • “Carta de Estremoz”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 48, 19.Abr.1951, pg. 3.
  • “Sinal”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 52, 17.Mai.1951, pg. 9 (repetido no nº 66, 23.Agosto.1951).
  • “Bucólica”. Jornal da “Favorita”. Lisboa: nº 9, 01.Jun.1951, pg. 3.
  • “O sábado em Estremoz”. Brados do Alentejo. Estremoz: nº 1047, 22.Jul.1951, pg. 3.
  • “Crepuscular”. Horizonte. Évora: nº 3, Jul-Ago.1951, pg. 19.
  • “Carta de Estremoz”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 63, 02.Ago.1951, pg. 6.
  • “Minha alma abriu-se”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 67, 30.Ago.1951, pg. 1.
  • “O sonho (à memória de Francisco Bugalho)”. O Distrito de Setúbal. Setúbal: nº 3, 17.Set.1951, pg. 8.
  • “Carta de Setembro”. Jornal do Barreiro. Barreiro: nº 73, 11.Out.1951, pg. 3.
  • “Largo do Espírito Santo, 2 – 2º”. Árvore. Lisboa: nº 1, [Dezembro.1951], pp. 36-37.

terça-feira, 5 de abril de 2011

13ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama - Elevada participação

A 13ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama está em marcha. Acabado o prazo para entrega de trabalhos em 31 de Março, verifica-se ter sido esta uma edição fortemente participada: nada mais nada menos do que 231 trabalhos a concurso, vindos dos mais diversos pontos do país e também do Brasil e da Suíça.
A entrega do Prémio está prevista para 5 de Junho, em Azeitão, terra natal de Sebastião da Gama, na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense.
A edição deste prémio, criado pelas Juntas de Freguesia de Azeitão (S. Lourenço e S. Simão) em 1988, está a ser organizada pelas instituições fundadoras com a parceria da Câmara Municipal de Setúbal, da Associação Cultural Sebastião da Gama e da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense.
Vencedores deste certame foram já autores como Maria do Rosário Pedreira, Amadeu Baptista, José Carlos de Barros ou Maria Graciete Besse. E em 2011, quem será? A seu tempo o saberemos... Para já, 231 são os textos a ser analisados pelo júri.

Uma apreciação à nova edição do "Diário" de Sebastião da Gama

«Estou a gostar muito da nova edição do Diário. Era justamente a edição que faltava. Para já a capa é soberba e amiga do ambiente. A introdução é excelente. Contém imensa informação relevante sobre a época, o autor e a sua vida e círculo de amigos mais próximos. E depois creio que coloca, finalmente, o autor no lugar que merece, não só em termos de literatura, como, o que é fundamental nos tempos de desnorte educativo que correm, no lugar ímpar que deveria ter há muito, no que à reflexão sobre pedagogia da literatura portuguesa respeita. As notas são fundamentais e tornam o livro e a informação acessível e extremamente válida para todos os que o lerem, quer sejam eruditos, quer sejam professores ou alunos. (...)»
Quem assim escreve sobre a nova edição do Diário de Sebastião da Gama (Lisboa: Editorial Presença, 2011) é Luísa Borges, professora e autora de literatura juvenil. Para ler o texto completo, venha por aqui. - JRR

domingo, 3 de abril de 2011

Homenagem a Matilde Rosa Araújo


Foi no dia de ontem, na rua Rodrigo da Fonseca, em Lisboa, na casa onde morou esta amiga de Sebastião da Gama e nossa associada. Um justo assinalar de que ali viveu a "fada madrinha" (como lhe chamou António Torrado) de muitos autores de literatura dedicada à infância e à juventude. Uma lápide para a memória. Em iniciativa da Biblioteca Arquitecto Cosmelli Sant'Anna (da Junta de Freguesia de São Mamede). Aqui fica o cartaz. - JRR

Dentro de uma semana, Sebastião da Gama faria 87 anos - o programa das comemorações

Dos associados (20) - Julieta Ferreira convida

Da nossa associada Julieta Ferreira, escritora, recebemos o convite, que partilhamos, para a apresentação pública da sua mais recente obra, em Palmela, em que intervirá uma outra nossa associada, Alexandrina Pereira. Aqui se reproduz.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dos associados (19) – Eugénia da Conceição Rodrigues (1924-2011)

O fim da tarde de hoje trouxe a notícia do falecimento da nossa associada Eugénia da Conceição Rodrigues, de Azeitão.
Irmã de Joana Luísa da Gama e cunhada de Sebastião da Gama, Eugénia da Conceição Rodrigues era membro da Associação Cultural Sebastião da Gama desde o seu início. Eugénia Rodrigues foi professora de Educação Moral e Religiosa Católicas na Escola Preparatória Frei Agostinho da Cruz (que funcionou em Azeitão, na Casa do Povo) e na Escola Básica 2, 3 de Azeitão (que deu continuidade à Escola Frei Agostinho da Cruz).
A foto reproduzida tem a data de 18 de Janeiro de 2008, dia em que Eugénia Rodrigues ainda participou na Assembleia Geral da nossa Associação.