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Sebastião da Gama na Casa Fernando Pessoa...

... até 24 de Abril. Noticiado aqui. E, já agora, uma informação: na biblioteca de Sebastião da Gama havia, pelo menos, dois títulos pessoanos: -  Poesia. Introd. e Selec.: Adolfo Casais Monteiro. 2ª ed. Col. “Antologia de Autores Portugueses e Estrangeiros”. Editorial Confluência, 1945 - Poesias de Álvaro de Campos. Col. “Poesia”. Lisboa: Edições Ática, 1944 No final do livro referido em segundo lugar, o poeta registou uma data - Sebastião da Gama, Arrábida – 20.VI.1944. Data de aquisição ou data de leitura? Uma dúvida. Uma ou outra são possíveis, pois que Sebastião da Gama tinha o costume de fazer um ou outro desses registos.

Fausto Gonçalves - ACSG promove exposição e conferência em Setúbal

"Pelo sonho é que vamos", 60 anos depois - Exposição no Museu Sebastião da Gama

Em 1 de Setembro de 1951, Sebastião da Gama estava na Arrábida e, como muitas vezes acontecia, lia poemas – andava a ler Mistral, o poema Mereia, de Frédéric Mistral. Interrompe a leitura e escreve uma carta ao seu amigo Cristovam Pavia, filho do poeta Francisco Bugalho, em que classifica a escrita de Mistral como «coisa deliciosa». Depois, fala-lhe num dos motivos da carta: «Hoje, de repente, acabara de ler um poema, fecho o livro e saiu ‘O sonho’. Não me parece muito bom. Mas é talvez nele que está o título do 4º livro: Pelo sonho é que vamos. Que te parece?» Estava assim lançado o que seria o livro seguinte de Sebastião da Gama, obra que o autor já não chegou a ver, mas que Joana Luísa da Gama e um grupo de amigos prepararam para ser o primeiro volume da obra póstuma, logo surgido em 1953, no ano seguinte ao do falecimento de Sebastião da Gama. A partir daí, o verso “Pelo sonho é que vamos” entrou na ideia e na linguagem, assumiu-se como a metáfora da esperança, da coragem e da vonta…

Alcindo Bastos, poeta azeitonense, no seu 1º centenário

O primeiro centenário do nascimento do poeta azeitonense Alcindo Bastos passou ontem. A sua terra natal não o esqueceu e dedicou-lhe uma exposição no Museu Sebastião da Gama. Sítio ideal, mesmo porque os dois poetas foram amigos… Aqui se mostra um autógrafo de Sebastião da Gama para Alcindo Bastos, registado no opúsculo A região dos três castelos (1949), ainda que sem data na dedicatória, presente na exposição do Museu azeitonense.

Sebastião da Gama: poemas para os amigos

Muitos dos poemas que Sebastião da Gama escreveu tiveram dedicatórias para amigos, sobretudo nos manuscritos – são cerca de quatro dezenas os poemas publicados nos três livros por si editados (Serra Mãe, 1945; Cabo da boa esperança, 1947; Campo aberto, 1951) que, não tendo dedicatória nos livros, foram dedicados em manuscrito. A prática era normal em Sebastião da Gama, que gostava de se apresentar como poeta: partilhar poemas com os amigos, não só a dádiva por ouvirem o texto acabado de surgir, mas também a entrega do documento escrito, de que o poeta fazia várias cópias para ofertar. Há, no entanto, cerca de trinta poemas que tiveram destinatário especificado, motivados que foram por essa prática do livro de curso a encerrar o tempo universitário de uma licenciatura. Sebastião da Gama escreveu para vários amigos e em várias dessas publicações. Cerca de três dezenas é o número de poemas nessas circunstâncias que conseguimos apurar até agora. Dessa produção quase não ficou registo e exi…

Sebastião da Gama entre os "Poetas (d)e Azeitão"

O título “Poetas (d)e Azeitão” diz tudo – a naturalidade ou a temática azeitonense presentes na poesia ao longo dos tempos. Simultaneamente, uma homenagem aos poetas locais, com particular incidência nos poetas populares. E o visitante passa assim por pouco mais de uma dúzia de nomes, em que coabitam alguns consagrados com outros que, embora epígonos, vão preenchendo a poesia dos dias com os versos com que alimentam a vida. Alguns destes poetas têm obra publicada em livro; outros nunca reuniram os seus escritos para publicação; outros ainda divulgam-se em sítios de poesia na internet. A exposição, cujo trabalho de recolha se deve sobretudo a Vanda Rocha, pode ser vista até 28 de Janeiro no Museu Sebastião da Gama, em Azeitão, onde convivem rimas de Alcindo Bastos, António Poeiras, Arronches Junqueiro, Carlos Alberto Ferreira Júnior, Francisco Teles, Joaquim Caineta, Joaquim Oliveira, José Gago, Manuel Frango de Sousa, Manuel Maria Eusébio (“Calafate” – cujo centenário de falecimento p…

O 10 de Abril está próximo...