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Está nos jornais de 1951 (Nos 87 anos de Sebastião da Gama)

Passam hoje 87 anos sobre o dia em que Sebastião da Gama nasceu em Vila Nogueira de Azeitão. Para assinalar a data, a Câmara Municipal de Setúbal e a Associação Cultural Sebastião da Gama promoveram uma série de iniciativas, num programa conjunto já aqui divulgado. Reproduz-se o texto do roteiro que acompanha a exposição patente no Museu Sebastião da Gama, "Está nos jornais de 1951", mostra da colaboração na imprensa que o Poeta da Arrábida teve nesse ano.
Está nos jornais de 1951 Em 1951, já longe ia o início da década de 1940, quando o jovem Sebastião da Gama, então com 16 anos, viu publicado no jornal montijense Gazeta do Sul o seu poema “Portugal Independente”, que inaugurou uma colaboração de três anos, com cerca de duas dezenas de textos publicados naquele periódico. A partir daí, todos os anos, Sebastião da Gama teve textos publicados nos periódicos, ainda que com irregularidade acentuada. O ano de maior visibilidade nos títulos da imprensa, com textos seus, foi o de 1951…

CD "Sebastião da Gama - Meu caminho é por mim fora" visto por Artur Vaz

Jornal de Azeitão: nº 166, Julho.2010

Apresentação do cd "Sebastião da Gama - Meu caminho é por mim fora" - imprensa 1

O Setubalense: 07.Junho.2010, pp. 1 e 7.

Memórias e testemunhos (3) - Sebastião da Gama segundo Joana Luísa

Adelaide Coelho. "O poeta da Arrábida, segundo Joana da Gama". Sem Mais Jornal. Setúbal: nº 611, 24.Abril.2010, pg. 9

Quando Sebastião da Gama escreveu na imprensa…

Sebastião da Gama tinha 16 anos quando viu o seu primeiro texto publicado num jornal: o poema “Portugal Independente”, conotado com o momento histórico que se vivia – as Comemorações Centenárias –, saído no jornal montijense Gazeta do Sul em 8 de Dezembro de 1940. Neste periódico colaborou durante três anos, com poemas, assinados pelo único pseudónimo que usou publicamente – Zé d’Anicha, em homenagem a um recanto da sua Arrábida. A sua vontade de publicar era grande e insistente, assim se percebendo as missivas que, na rubrica “Correio Geral”, o jornal enviava para o jovem Sebastião da Gama, da Arrábida, respondendo-lhe que os seus poemas seriam publicados logo que chegasse a respectiva altura, seguindo a ordem de recepção dos textos dos colaboradores no jornal. A sua participação teve efeitos sobre os leitores, porquanto vários poemas foram publicados neste jornal, tendo como destinatário o Zé d’Anicha, assinados por pseudónimos como “Elvense que adora música”, “JC um barreirense” e “…

Em Azeitão, em 10 de Abril

Se não esteve em Azeitão no Sábado (10 de Abril) para celebrar Sebastião da Gama, pode ver um apontamento do que ali se passou através da reportagem "Evocar Sebastião da Gama", produzida pela Setúbal TV, peça de Rita Matos, com imagem e edição de Luís Mestre. Aqui. Nela intervêm Manuel Herculano (da Associação Cultural Sebastião da Gama), Vanda Rocha (do Museu Sebastião da Gama) e Joana Luísa da Gama (esposa do poeta).

Associação é notícia no "Sem Mais Jornal"

Sem Mais Jornal: 02.Abril.2010, pg. 13

Associação é notícia em "O Setubalense"

O Setubalense: 24.Março.2010

Dos associados (2): Artur Vaz

A última obra de Artur Vaz, nosso associado, foi apresentada publicamente no final de Janeiro, no Montijo, biografando um nabantino que, em 1896, quando tinha 10 anos, passou a viver na então Aldegalega do Ribatejo, designação que antecedeu a da cidade do Montijo – falo do livro Álvaro Valente – O homem e a obra (Montijo: Câmara Municipal do Montijo, 2010).
Num percurso de quase duas centenas de páginas (em que 70 são preenchidas com anexos, resultantes da pesquisa efectuada por Artur Vaz), a biografia de Álvaro Valente (1886-1965) passa, também documentada em muitas fotografias, delineada em quatro etapas – “O Apóstolo” (traçando o itinerário desta personalidade em termos familiares e como republicano, ligado ao movimento associativo e à corporação de bombeiros), “Soldado da paz” (reconhecendo o seu papel na organização dos bombeiros, quer a nível local, quer nacional, com intervenções públicas sucessivas e aparecendo ligado a três momentos altos da sua história – a criação dos Bombei…

Sebastião da Gama visto por António Matos Fortuna

O recorte que se apresenta já tem mais tempo do que, na altura da sua escrita, tinha a efeméride que ele evocava. Passavam os 25 anos da morte de Sebastião da Gama; estava-se, portanto, em 1977. A partir de Quinta do Anjo, António Matos Fortuna, historiador, interessado pela cultura local e regional, apreciador de poesia (e, por vezes, poeta na forma de viver), escrevia sobre a efeméride para o jornal O Dia. O artigo saiu na edição de 8 de Fevereiro desse ano.
Uns meses antes de falecer, Matos Fortuna (1930-2008) entregou-me o recortezinho, dizendo para o trazer, porque me faria mais jeito a mim, que andava a estudar o Sebastião da Gama e que estava a colaborar na Associação Cultural Sebastião da Gama.
Relembro hoje este artigo, ao mesmo tempo que recordo António Matos Fortuna, que, há 33 anos, mais dia menos dia, afirmava que “a espontaneidade e franqueza de Sebastião da Gama não se prendiam [com] jogos florais”, interpretando que, no momento em que o poeta disse ter muito que amar, ma…

Têm falado deste blogue

O blogue da Associação Cultural Sebastião da Gama mereceu destaques em vários postos da blogosfera, tais como: Estrada do Alicerce, Bibliotecário de Babel, Tempo de Teia, Entre Tejo e Sado, Terrear, A Seda das Palavras, Nesta Hora e Cidadania Azeitão, além de ter merecido comentários de vários leitores no sentido de ser o espaço que faltava para Sebastião da Gama.
Na imprensa escrita, O Setubalense de hoje trouxe este blogue também para notícia: O Setubalense: 08.Fevereiro.2010

O dia em que Sebastião da Gama partiu...

Cemitério de Vila Nogueira de Azeitão
Pelas 8h30 da manhã de 7 de Fevereiro de 1952, falecia, no Hospital de S. Luís, em Lisboa, Sebastião da Gama, chegado na véspera de Estremoz. A tuberculose, de que padecia desde a sua juventude, vencera-o, pondo-lhe fim a um percurso de 27 anos, cheio de escrita e de leitura. Pelo caminho, ficavam três livros de poesia, uma licenciatura com tese sobre a poesia social, alguns (poucos) ensaios, muita colaboração jornalística, uma curta mas intensa experiência de ensino (nas Escolas Industrial e Comercial de João Vaz, em Setúbal, Industrial e Comercial Veiga Beirão, em Lisboa, e Industrial e Comercial de Estremoz) que teve direito a uma reflexão diarística incluída no título póstumo Diário (1958), muitas amizades (e muita consternação) e uma obra literária para conhecer (e para publicar).
De acordo com o testemunho de sua mulher, Joana Luísa da Gama, a última palavra que lhe foi ouvida foi a palavra “poesia”. Apesar de a sua escrita mais conhecida ser …