quinta-feira, 22 de julho de 2010

"Diário", um livro de leitura obrigatória

Nunabre. A Aurora do Lima: Viana do Castelo, 21.Julho.2010.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

CD "Sebastião da Gama - Meu caminho é por mim fora" - Testemunhos

O cd “Sebastião da Gama – Meu caminho é por mim fora” continua a motivar reacções de que queremos dar conta.
De Oliveira de Azeméis escreveu Avelino Cabral: “Agradeço o envio e felicito-os pelo magnífico trabalho realizado em prol da divulgação da obra de Sebastião e para bem da cultura.”
Fernando Camelo disse, a partir do Porto: “Endereço, depois de completa audição do cd, os meus sinceros parabéns pela escolha e declamação dos textos de Sebastião da Gama, aos quais desejo a melhor divulgação.”
Numa carta dirigida a Joana Luísa da Gama, o franciscano David Antunes, de Braga, registou: “Este maravilhoso cd encheu-me a alma de encantamento e de lágrimas os olhos. (…) Mal imagina as ganas que me vieram de ser um Creso para pôr este cd nas mãos de cada português, qual 'Magalhães' de alta tecnologia, a fim de lhes ensinar a arte de amar como o Sebastião amava. Comove-me o fundo franciscano da sua nobilíssima arte (verdadeiramente amatória no mais nobre dos sentidos). A milhas daqui, um poeta italiano dos nossos dias, de sensibilidade confessadamente franciscana, cantava uma oração ao Senhor: Se Ti amasse veramente parlerei con un fiore! (Se Te amasse verdadeiramente, falaria com uma flor!) Sem respeitos humanos… acrescentaria o Sebastião.”
Quer partilhar o que ficou da sua audição connosco? – JRR
[foto: jornal O Setubalense]

terça-feira, 6 de julho de 2010

Dos associados (11) - Matilde Rosa Araújo (1921-2010)

Matilde Rosa Araújo, amiga e colega de curso e de profissão de Sebastião da Gama, escritora de renome e nossa associada, deixou-nos hoje. Em sua memória, aqui deixo o poema que Sebastião da Gama para ela escreveu a fim de integrar o livro de curso da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Novíssimo Cancioneiro (1941-1945).
in Novíssimo Cancioneiro (1941-1945). Lisboa: Faculdade de Letras, 1946, pg. 83.

Matilde Rosa Araújo ajudou a manter a memória e a obra de Sebastião da Gama, quer escrevendo na imprensa, quer dando público testemunho do que foi o convívio de amizade e de cultura entre os dois, quer colaborando na organização da sua obra póstuma, designadamente na obra O segredo é amar (1969), para que também escreveu o prefácio.
Ver mais aqui e aqui. - JRR

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Dos associados (10) - Resendes Ventura, aliás, Manuel Medeiros

O recorte faz apresentação breve da obra Papel a mais - Papéis de um Livreiro com inéditos de escritores, assinada por Resendes Ventura, pseudónimo literário de Manuel Medeiros, nosso associado, livreiro na Culsete (em Setúbal), dinamizador da leitura, poeta. Editado no final de 2009 (Lisboa: Esfera do Caos), o livro mereceu o comentário que se mostra no artigo "Fragmentos da Humanidade", incluído na selecção de livros para as férias, assinada por João Morales na revista Os Meus Livros (nº 89, Julho. 2010, pg. 47).
Refira-se que esta obra reúne alguns textos em que Sebastião da Gama é motivo, tais como: "Evocação de Sebastião da Gama, pedagogo", de Maria de Lourdes Belchior (pp. 191-194), ou "Testemunho sobre Sebastião da Gama", de Fausto Lopo de Carvalho (pp. 195-197) ,ou "Sebastião, a que é que sabe a vida?", de Matilde Rosa Araújo (pp. 201-209), ou "De repente vemo-nos velhos - Resposta do Mané Botas a Sebastião da Gama", de Resendes Ventura (pp. 285-289). E ainda: uma carta de Sebastião da Gama a Manuel Botas (seu aluno, de Setúbal), datada de 17 de Fevereiro de 1949 (pp. 199-200). E temos ainda o desabafo na primeira parte do livro: "Muito gostaria de ter podido fazer mais pelos valores setubalenses. Por maneira de pensar, por dever cívico, por sensibilidade. Que prazer foi chegar a Ponta Delgada, agora em 2003, e ver, bem no centro da cidade, a estátua do setubalense Silvestre Serrão! O que me custa não ver na Avenida Luísa Todi, onde residiu e trabalhou no primeiro dos seus breves mas tão marcantes anos de professor, uma estátua a Sebastião da Gama!..." (pg. 56).
Aqui está um livro autobiográfico, com ensaio e poemas à mistura, com escritas de várias mãos, mostrando um percurso de opção pelo livro e pela intervenção cultural e cívica. - JRR