sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Um poema para Sebastião da Gama

Desconhecemos a autoria deste pequeno poema que leitor(a) deixou na caixa de comentários num postal anterior. No entanto, porque revela marcas intensas do "Poeta da Arrábida", este poema, ainda que sem título e sem indicação de autoria, merece sair da caixa dos comentários e ter visibilidade. Ora apreciem...

Sebastião
Olho-te os olhos
Risonhos, febris,
O sorriso ténue, frágil.
Olho a boca, a mão,
Úteros de palavras
Quentes e límpidas.
Em mim...surge
Clara, pura,
Maternal, a Poesia.

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